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Português: Reforma Ortográfica – Parte 13

Arquivado em: Material de Estudos

Várias vagas de concursos públicos já solicitam a Nova Reforma Ortográfica, conheça mais:

c) Escrevem-se com I, e não com E, antes da sílaba tônica, os adjetivos e substantivos derivados em que entram os sufixos mistos de formação vernácula IANO e IENSE, os quais são o resultado da combinação dos sufixos ANO e ENSE com um I de origem analógica (baseado em palavras onde ANO e ENSE estão precedidos de I pertencente ao tema: horaciano, italiano, duriense, flaviense, etc): açoriano, acriano (de Acre), camoniano, siniense (de Sines), sofocliano, torriano, torriense;d) Uniformizam-se com as terminações IO e IA (átonas), em vez de EO e EA, os substantivos que constituem variações, obtidas por ampliação, de outros substantivos terminados em vogal: cúmio (popular), de cume; hástia, de haste; réstia, do antigo reste; véstia, de veste;

e) Os verbos em EAR podem distinguir-se praticamente grande número de vezes dos verbos em IAR, quer pela formação, quer pela conjugação e formação ao mesmo tempo. Estão no primeiro caso todos os verbos que se prendem a substantivos em EIO ou EIA (seam formados em português ou venham já do latim); assim se regulam: aldear, por aldeia; alhear, por alheio; cear, por ceia; encadear por cadeia; pear, por peia; etc. Estão no segundo caso todos os verbos que tem normalmente flexões rizotônicas em EIO, EIAS, etc: clarear, delinear, devanear, falsear, granjear, guerrear, hastear, nomear, semear, etc. Existem, no entando, verbos em IAR, ligados a substantivos com as terminações átonas IA ou IO, que admitem variantes na conjugação: negoceio ou negocio (de negócio); premeio ou premio (de Prêmio), etc.

Fonte: Redação para Todos (Case Editorial)

Data da postagem:
5 de maio de 2009

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