Considerando-se outras possíveis alterações, o verbo que se mantém corretamente no singular, com as propostas entre parênteses no final da frase para o segmento nela grifado, é:
- A. ... como nenhum de nós falaria. (ninguém mais dentre os poetas)
- B. ... fica a sua lembrança... (as marcas de sua lembrança)
- C. ... porque tudo mudou na face das coisas... (uma e outra situação)
- D. ... que sua voz ficou soando para sempre... (os ecos de sua voz)
- E. ... aparece, tranquilo e terrível, demoniacamente belo, justo e verdadeiro, um gênio. (os gênios)