A descrição e a repetição, predominantes no poema, criam um efeito estético no qual o movimento é nulo e o silêncio impera.
Ao optar pelo soneto sem rima e métrica definidas, o poeta se aproxima do verso livre modernista.
As imagens poéticas sugerem uma íntima e gradativa relação entre a duração do dia e o nascimento, a vida e a morte do poeta.
A recorrência de imagens nebulosas e etéreas limita o poema à atmosfera incompreensível do sonho, sendo nulas as referências aos elementos da natureza.
Embora haja menção a símbolos religiosos, nesse poema, a espiritualidade é esvaziada pelo refrão.
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