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Segundo os Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos, a entidade que representa o produto do trabalho intelectual ou artístico, que implica a representação de todos os objetos físicos possuidores das mesmas características tanto de conteúdo intelectual como de forma física e que abrange diversos materiais como livros, manuscritos, mapas, filmes e kits de multimídia denomina-se
obra.
item.
conceito.
expressão.
manifestação.
Biblioteconomia - Organização e tratamento da informação - Escola de Administração Fazendária (ESAF) - 2010
Nas pesquisas sobre necessidades e uso da informação, a abordagem de valor agregado é a
que mostra que, quando o usuário tem a necessidade de obter uma nova informação, manifesta uma situação irregular de sua estrutura mental e cognitiva.
percepção que os usuários têm da utilidade da informação na resolução de seus problemas, procurando unir várias dimensões de um problema com diferentes peculiaridades da informação utilizada para resolvê-lo.
que tem como ponto-chave o princípio da incerteza, como um estado cognitivo do usuário, no início de um processo de busca.
que tem como foco o fenômeno de como os indivíduos constroem suas necessidades de informação, a partir da observação, interpretação e compreensão do mundo exterior.
que considera a necessidade de informação como uma necessidade derivada, e é comandada pela realização de uma necessidade fundamental.
Biblioteconomia - Organização e tratamento da informação - Escola de Administração Fazendária (ESAF) - 2010
Conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, as normas brasileiras são classificadas por siglas. Assim, o tipo de norma conhecida por (MB) é a que
fixa as condições exigíveis para aceitação e/ou recebimento de matérias primas, produtos semiacabados e produtos acabados.
prescreve a maneira de verificar ou determinar características, condições ou requisitos exigidos: de um material ou produto, de acordo com sua especificação; e de uma obra e instalação de acordo com o respectivo projeto.
estabelece convenções gráficas e/ou literais para conceitos, grandezas, sistemas ou parte de sistemas.
ordena, designa, distribui e/ou subdivide conceitos, materiais ou objetos, segundo uma determinada sistemática.
restringe a variedade pelo estabelecimento de um conjunto metódico e preciso de condições a serem satisfeitas com o objetivo de uniformizar características geométricas, físicas ou outras, de elementos de construção, materiais e projetos.
O quadro acima contém exemplo de
marcação de dados por XML.
registro MARC.
tags ou rótulos.
código de máquina.
linguagem HTML.
O formato MARC é um conjunto de códigos e designações de conteúdos definido para codificar registros que serão interpretados por máquina. Sua principal finalidade é
possibilitar o intercâmbio de dados, ou seja, importar dados de diferentes instituições ou exportar dados de uma instituição para outros sistemas.
relacionar dados contidos em registros bibliográficos às necessidades dos usuários, garantindo um nível básico de funcionalidade aos sistemas.
desenvolver um sistema internacional para permuta de informações bibliográficas, coordenado por agências nacionais.
padronizar informações contidas na descrição bibliográfica de documentos e coleções em redes de bibliotecas por meio de programas de computador.
normalizar a catalogação de documentos em nível internacional, subsidiando a implementação de sistemas automatizados.
Consideremos o eixo evolutivo que nasce na biblioteconomia, passa pela documentação e leva à ciência da informação. Nesse esquema, a documentação representa uma transformação em relação ao paradigma do acervo: à informação estática sobrepõe-se o seu significado social, o acesso.
O trecho acima
é irrelevante: podemos vislumbrar um eixo evolutivo, contudo a mudança de paradigma somente ocorre com o advento da ciência da informação.
não tem valor: a documentação não representa uma transformação, mas a sedimentação de procedimentos e componentes clássicos da biblioteconomia.
parte de um pressuposto infundado: a concepção de eixo evolutivo é inadequada, porque a documentação surge como disciplina integrante da biblioteconomia.
parte de um pressuposto válido: a ideia de evolução entre as áreas é pertinente, mas a documentação mantém como parâmetro o livro.
tem significância: a documentação marca um deslocamento de ênfase do acervo para o acesso à informação, que representa uma abordagem dinâmica.
Em relação a vocabulários controlados, analise:
I. Qualificador é um termo usado para diferenciar homógrafos. Não é considerado parte do termo ou cabeçalho de assunto e, muitas vezes, aparece como nota de escopo.
II. O qualificador não deve ser usado para representar conceitos compostos, como em tênis (couro). A palavra couro, aqui, é usada para indicar um tipo de tênis em vez de especificar o domínio do termo tênis. O uso apropriado de qualificadores para este caso seria: tênis (esporte) e tênis (calçado).
III. Sempre que o uso permitir, deve-se empregar termos compostos no lugar de qualificadores, como em: tolerância religiosa em vez de tolerância (religião).
Pode-se afirmar que
II está incorreta: o uso de qualificador para identificar o tipo ou característica de um conceito é tão comum quanto para especificar o seu domínio.
I está incorreta: o qualificador faz parte do termo e, idealmente, consiste de uma única palavra mais abrangente do que o termo qualificado.
III está incorreta: sempre que possível, deve-se usar qualificadores em vez de termos compostos, como em tolerância (religião) em vez de tolerância religiosa.
I, II e III estão corretas: as regras para o uso de qualificadores fazem parte de diretrizes que objetivam padronizar e dar consistência a instrumentos de controle terminológico.
I, II e III estão incorretas: na I, qualificador serve para distinguir sinônimos; na II, ele deve ser usado tanto em conceitos simples como em compostos; e na III, o uso de termos compostos ou de qualificadores é opcional.
A norma internacional ISO 8601 refere-se a
referências bibliográficas.
nomes dos países e suas subdivisões.
idioma(s) dos documentos.
códigos de barra.
dados de data e tempo.
Analise as referências abaixo.
I. IBICT. Manual de normas de editoração do IBICT. 2. ed. Brasília, DF, 1993. 41 p.
II. MUSEU DA IMIGRAÇÃO (São Paulo, SP). Museu da Imigração – S. Paulo. São Paulo, 1997. 16 p. [Catálogo]
III. INSTITUTO MOREIRA SALLES. São Paulo de Vincenzo Pastore: fotografias: de 26 de abril a 3 de agosto de 1997: Apoio Ministério da Cultura: Lei Federal de Incentivo à Cultura. Casa de Cultura de Poços de Caldas, Poços de Caldas, MG. [S.l.], 1997. 1 folder.
IV. KOOGAN, André; HOUAISS, Antonio (Ed.). Enciclopédia e dicionário digital 98: 5 CD-ROM. Direção geral de André Koogan Breikmam. São Paulo: Delta: Estadão, 1998.
V. SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Coordenadoria de Planejamento Ambiental. Estudo de impacto ambiental – EIA, Relatório de impacto ambiental – RIMA: manual de orientação. São Paulo, 1989. 48 p. (Série Manuais).
Segundo a NBR 6023, está correto o que consta APENAS em
I e III.
I e V.
II e IV.
II e V.
III e IV.
Segundo a NBR 6023,
as abreviaturas devem ser conforme a NBR 10518.
os elementos essenciais da referência devem ser apresentados em sequência padronizada, enquanto os complementares são de livre disposição.
quando aparecerem em notas de rodapé, as referências devem ser alinhadas, a partir da segunda linha da mesma referência, abaixo da terceira letra da primeira palavra.
documento é qualquer suporte que contenha informação registrada, formando uma unidade, que possa servir para consulta, estudo ou prova.
separata é um documento que se adiciona a outro para ampliá-lo ou aperfeiçoá-lo, sendo sua relação com aquele apenas editorial e não física.
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