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Acerca da redação de documentos oficiais, julgue os itens que se seguem.
Respeitam-se as normas relativas à redação de documentos oficiais ao se finalizar um atestado ou uma declaração da maneira apresentada a seguir.
Atenciosamente,
(assinatura)
Fulano de Tal
Brasília, 15 de março de 2009

Preservam-se a correção gramatical do texto e a coerência entre os argumentos ao se
ligar o segundo período sintático do texto ao primeiro por uma conjunção, da seguinte forma: (...) do fantasioso, posto que é o momento (...).
omitir a preposição em (l.2), que antecede o pronome que (l.3).
icitar o verbo auxiliar antes do infinitivo crer (l.3), escrevendo-se (...) e se pode crer.
substituir o pronome os pelo correspondente lhes antes de cerca (l.15), escrevendo-se (...) o meio que lhes cerca.
marcar a relação semântica entre seus problemas (l.20) e adaptadas (l.19), inserindo à antes de seus (l.20), escrevendo-se (...) adaptadas ao universo do século XXI e à seus problemas.
Assinale a justificativa correta para o emprego de vírgula.

A vírgula separa oração coordenada assindética.
A vírgula separa elementos de mesma função sintática componentes de uma enumeração.
As vírgulas isolam uma expressão apositiva.
As vírgulas isolam conjunção coordenativa conclusiva.
As vírgulas isolam conjunção subordinativa concessiva intercalada na oração principal.
Assinale a opção em que o comentário sobre o emprego dos sinais de pontuação do texto abaixo está incorreto.

Mantém-se a correção gramatical do período ao se substituir os travessões das linhas 5 e 7 por parênteses.
O sinal de dois-pontos à linha 10 indica que a informação subsequente é uma explicação do sentido do termo "inimaginável".
A expressão "criado também pela reforma" (l.16 e 17) está isolada por vírgulas por se tratar de oração subordinada adjetiva explicativa reduzida de particípio.
A expressão "com o tempo" (l. 19) está entre vírgulas por se tratar de aposto explicativo.
a expressão "de fato" (l. 28) vem isolada por vírgulas pelo mesmo motivo que a expressão "Por exemplo" (l. 30) vem seguida de vírgula.
Língua Portuguesa - Usos da Norma Padrão Culta - FUNRIO Fundação de Apoio a Pesquisa, Ensino e Assistência (FUNRIO) - 2009
Todo o nosso comportamento social está regulado por normas a que devemos obedecer, se quisermos ser corretos. O mesmo acontece com a linguagem, apenas com a diferença de que as suas normas, de um modo geral, são mais complexas e coercitivas. Por isso, e para simplificar as coisas, define-se o linguisticamente correto como aquilo que é exigido pela comunidade linguística a que se pertence. (Celso Cunha: A Noção de Correto, 1985)
Qual das frases abaixo, embora consagrada pelo uso na imprensa de prestígio, ainda é apontada como um desvio em relação às normas da língua padrão?
Custa-me crer que tudo isso ainda seja proibido na sociedade brasileira contemporânea.
Quinze por cento da população gaúcha declararam que seus momentos de lazer diminuíram.
A maior parte daqueles bairros não tinham nenhuma estrutura para suportar as enchentes.
Assim que elas intervieram, a dúvida foi sanada e todos ficamos satisfeitos e felizes.
O público feminino preferia mais a punição da vilâ do que a vingança da heroína.
Assinale o trecho com sintaxe e pontuação corretas.
O país classificado entre os de maior carga tributária no mundo, o Brasil poderá marcar a história, este ano, com a aprovação da tão esperada reforma tributária – bandeira dos empresários e classistas envolvidos com a economia nacional.
Uma das propostas de reforma defende, em síntese, a especialização das bases tributárias clássicas entre as esferas de governo: à União cabe a competência dos tributos incidentes sobre a renda; aos estados e ao DF, os impostos instituídos sobre o consumo; e aos municípios, cabe os cobrados sobre o patrimônio.
Efetivar uma reforma tributária, não é tarefa fácil; até mesmo pelos mais diversos atores envolvidos, a quem os interesses, muitas vezes, são também distintos.
Não à toa, o assunto foi um dos mais polêmicos discutidos pelos parlamentares e um dos que marcaram os debates no Congresso Nacional no fim de 2008.
Ao lado da especialização das bases tributárias, o fisco tem se posicionado quanto à importância de prover à administração tributária de autonomia orçamentária, financeira, administrativa e funcional, assim como a previsão de uma lei orgânica que, inclusive foi aceita como emenda, pelo relator da matéria, na Câmara dos Deputados.

Os trechos abaixo constituem um texto adaptado de Luiz Carlos Bresser Pereira, Folha de S. Paulo, 27/07/2009. Assinale a opção em que o fragmento apresenta emprego correto dos sinais de pontuação.
A emigração dos povos pobres para os países ricos é hoje, fenômeno social global que mostra o caráter inescapável do nacionalismo. O mundo seria mais belo se fosse uma grande comunidade e não existissem nações, mas isso só acontecerá quando as desigualdades diminuírem a ponto de se estabelecer um Estado mundial.
Enquanto isso não ocorrer, o nacionalismo estará entre nós e tanto poderá significar a legitimação do poder, dos povos mais poderosos sobre os demais (imperialismo) quanto a ideologia necessária para que os povos mais fracos se defendam. Tanto poderá ser um nacionalismo étnico, e agressivo quanto um patriotismo defensivo.
O nacionalismo é a ideologia de formação do Estado- Nação. Alguém é nacionalista se preenche duas condições: primeiro, se entende que é obrigação do governo de seu país defender os interesses dos seus habitantes e, segundo, se considera que, ao tomar decisões, esse governo deve pensar por conta própria em vez de se submeter aos conselhos e pressões dos países mais ricos.
Assim definido, o nacionalismo é econômico e pode ser apenas defensivo. Já o nacionalismo econômico agressivo, caracteriza os países ricos que exploram os mais fracos, mas seus cidadãos acreditam que os estão ajudando ou bem orientando.
Quanto ao nacionalismo étnico, é o nacionalismo perverso das pessoas e povos, que discriminam de acordo com o critério da raça, da religião ou da origem nacional. É o nacionalismo que afirma que cada conjunto étnico homogêneo deve ter seu próprio Estado-Nação; é o nacionalismo que, ao rejeitar a imigração, se confunde com o nacionalismo econômico.
Língua Portuguesa - Acentuação Gráfica - Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE) - 2009
Quanto à acentuação gráfica, assinale a opção em que as palavras são acentuadas pela mesma razão.
água - nós - hídricos
água - mágoa - árdua
água - também - galáxia
água - relâmpago - incrível
Atenção: As questões de números 10 a 15 referem-se ao texto que segue.

É correto afirmar que, no excerto,
o enunciado "aquilo que o texto nos diz já não constitui o objeto preferido de nossa atenção" (linhas 15 e 16) contém pressuposto introduzido pelo advérbio já.
o autor deixa que o leitor tenha acesso à voz de Saint-Simon, ao lado da sua própria e da de Bloch.
as ideias de Bloch vêm exclusivamente incorporadas à voz de Carlo Ginzburg, que não permite ao leitor entrar em contato direto com as formulações do estudioso que ele cita.
o enunciado Falemos, então, de historiografia (linha 8) revela que o autor, por carência de um único argumento que seja, não ousa debater em outro campo que não o da história.
o enunciado Que ela tem um componente subjetivo é sabido (linhas 8 e 9) é exemplo de frase truncada, em que faltam elementos sintáticos essenciais à expressão de um sentido completo, só apreensível com o apoio do contexto.
Os fragmentos abaixo constituem um texto adaptado de Luiz Carlos Bresser Pereira, Folha de S. Paulo, 22/06/2009.
Assinale a opção em que o trecho está gramaticalmente correto.
Ainda estamos em plena crise financeira global. A previsão de crescimento para os países ricos é negativa; para os países em desenvolvimento, excluídos a China e a Índia, deverão estar próximas de zero. O Brasil, ainda que menos atingido, não é exceção: ficará também sem crescimento do PIB em 2009.
Em toda parte, o desemprego continua a aumentar. Para os países ricos, a previsão é que em meados de 2010 suas economias começarão a reagirem, mas só saberemos se isso é verdade no último quartil do ano. É consenso que esta é a crise econômica mais grave que o mundo enfrenta desde a Grande Depressão de 1930.
Existe também razoável consenso em relação às suas principais causas. Não se limitam apenas ao fato de que os sistemas financeiros são inerentemente instáveis, de que os mercados financeiros são opacos, facilitando a especulação e o surgimento de euforias ou de bolhas seguidas por pânico e recessão.
Depois de 1929, os países compreenderam que precisavam criarem instituições para prevenir crises: bancos centrais que assegurasse liquidez e forte regulação das instituições financeiras. Por outro lado, surgiu uma nova teoria econômica — a macroeconomia keynesiana — para orientar a política econômica.
Entretanto, quando o neoliberalismo se tornou dominante, nos anos 1980, a nova teoria foi arrogantemente rejeitada, e os mercados financeiros foram irresponsavelmente desregulados. A causa da crise, portanto foi a desregulação neoliberal.
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