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Língua Portuguesa - Ortografia - Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Educação de Mato Grosso do Sul (FADEMS) - 2007
Considere a ortografia e assinale a alternativa cujo comentário sobre a frase esteja correto.
Um português pode ser russo? – Sim, desde que se escreva a palavra grifada com ç.
O prisioneiro precisa de uma cela bem reforçada. – Alguém vai montar nele? A palavra grifada significa arreio; deve-se escrever sela.
Ônibus tem assento e acento. – Essa afirmação está totalmente
- Você cozerá minhas meias depois de coser a comida? – Não há desvio ortográfico nas palavras destacadas.
Foi com muito censo que respondi ao senso do IBGE. – A mensagem está clara e correta ortograficamente.
Língua Portuguesa - Concordância/Flexão Verbal - Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP) - 2007
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Assinale a alternativa em que se admite a concordância verbal tanto no singular como no plural como em: A maioria dos advogados ocupam postos de destaque na política e no mundo dos negócios.
Como o direito, a medicina é uma carreira estritamente profissional.
Os Estados Unidos e a Alemanha não oferecem cursos de administração em nível de bacharelado.
Metade dos cursos superiores carecem de boa qualificação.
As melhores universidades do país abastecem o mercado de trabalho com bons profissionais.
A abertura de novos cursos tem de ser controlada por órgãos oficiais.

Com base nas idéias e estruturas do texto acima, julgue os itens a seguir.
Na linha 15, o emprego de sinal indicativo de crase em à compreensão justifica-se pela regência de conduzir, que exige preposição, e pela presença de artigo definido feminino singular.
Língua Portuguesa - Outros assuntos relacionados à Língua Portuguesa - Fundação Carlos Chagas (FCC) - 2007
As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto seguinte.
Propósitos para o Ano Novo
O que conseguimos neste último ano? Quanto falta para a meta? Quanto nos desviamos? Quais foram os erros? Era isso mesmo o que a gente queria da vida? Os balanços prosperam no fim do ano.
O problema é que, muitas vezes, eles se apresentam como listas de frustrações: algumas coisas não deram certo, algo iludiu nossos esforços, fracassamos. E qual é o problema? Não seria bom dispor do catálogo de nossos desacertos? Afinal, com ele na mão, deveria ser mais fácil inventar um futuro que corrija o passado. Faz sentido. Mas não é bem isso o que acontece: de regra, a lista das frustrações transforma-se numa cantilena não de emendas e projetos, mas de acusações. A coisa é particularmente sensível quando os membros de um casal fazem seu balanço: nesse caso, as frustrações de um são sempre culpa do outro.
"Não escrevi o grande romance brasileiro deste século porque você não soube me proteger do choro das crianças." "Deixei de formar-me em biologia porque você quis ter filhos logo." "Não fui para a Antártida porque você se esqueceria de tomar seu remédio contra a pressão alta". O extraordinário é que, mesmo enunciadas na frente de um terceiro, essas frases não suscitam o riso. Ao contrário, elas solidificam o ressentimento.
Aparentemente, o milagre de conseguir conviver, de inventar a cada dia compromissos viáveis entre desejos diferentes, não vale nada. Na hora de fazer as contas, só importa o sacrifício imposto à liberdade absoluta e triste que seria a nossa, se pudéssemos viver sem concessões, ou seja, sem fazer caso de nenhum semelhante.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
É preciso corrigir a má estruturação da seguinte frase:
Em muitos casais atribui-se ao parceiro que as frustrações se devem sobretudo a ele, o que se torna causa de ressentimentos.
É muito cômodo atribuir a alguém a culpa pelas frustrações que sentimos por havermos estabelecido metas que não conseguimos atingir.
Em vez de culparmos os outros, melhor seria tomarmos consciência das razões que nos levaram ao sentimento de frustração.
Se lutássemos para atingir metas alcançáveis, não nos daríamos ao trabalho de culpar os outros pelo nosso fracasso.
Há muitos ressentimentos que decorrem da nossa incapacidade de avaliar as forças com que contamos para atingir determinadas metas.
Assinale a alternativa em que o verbo sublinhado esteja conjugado corretamente:
Se eles fazerem de conta que nada aconteceu, tudo continuará do mesmo jeito.
Assim que Maria troxer as compras da feira, poderemos fazer o almoço.
Se eu fizer o desarme da barraca, farei com perfeição.
Se ele punha o casaco que eu dei a ele, não sentia frio.
Em relação ao texto acima, julgue os itens a seguir.
O emprego da preposição "de", em "de quem comprá-los" (L.4-5), decorre da regência do verbo comprar.
Língua Portuguesa - Relações Semânticas - Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE) - 2007
Análises feitas sobre os dados de controle geradas pelas urnas eletrônicas utilizadas no primeiro turno de 2006 revelou que mais de 7% das urnas apresentaram provas de mal funcionamento no registro das informações digitais, devido à perca de integridade na geração dos arquivos.
Assinale a opção correspondente ao vocábulo sublinhado que está empregado, no trecho acima, com a devida correção gramatical.

De acordo com o texto acima, julgue os seguintes itens.
Na linha 13, o pronome "eles" substitui a palavra "sujeitos", expressa na oração anterior.
Língua Portuguesa - Usos da Norma Padrão Culta - Fundação Sousândrade de Apoio ao Desenvolvimento da UFMA (FSADU) - 2007
Considerando, que de acordo com a norma culta, há regras específicas quanto ao emprego do numeral para certas designações, marque a opção CORRETA.
Língua Portuguesa - Acentuação Gráfica - Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE) - 2007
Com referência à acentuação, assinale a opção incorreta.
Seguem a mesma regra de acentuação de "além" as seguintes palavras: porém, armazéns, também e pólen.
A palavra hidrográficas é acentuada por ser proparoxítona.
Resíduos, núcleos, espécie, negócios são palavras acentuadas porque têm a sílaba tônica na mesma posição e terminam com encontro vocálico.
Agrotóxico, tóxico, agrícola, silvícola, árvores e amazônico são palavras acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.
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