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Em: "O 'não' é o partido da bala, o 'sim' é o partido da paz; o 'não' defende o direito de matar, o 'sim' é pela vida; o 'não' é a opção pela barbárie, o 'sim' é a escolha da civilização e coisas do gênero" (1º §), os contrastes expressos se evidenciariam mais adequadamente com o uso, após as vírgulas, dos conectivos:
mas / contudo / todavia;
já / enquanto / ao passo que;
enquanto / apesar de que / não obstante;
já / entretanto / apesar de que;
porém / ao passo que / contudo.
As questões de números 1 a 7 baseiam-se no texto apresentado abaixo.


O uso das aspas na palavra "avançada" (início do 2° parágrafo).
indica utilização de palavra de origem estrangeira no contexto.
aponta emprego de gíria no contexto redigido em norma culta.
assinala reprodução fiel de uma opinião alheia ao contexto.
reforça o sentido próprio da palavra, referente ao mundo moderno.
assinala no contexto o sentido irônico atribuído a ela.
De acordo com os padrões da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
A relação entre a palavra denotativa grifada e a sua classificação está incorreta nas frases: "A Senhora não trabalha e ainda reclama? "(adição) e "Foram assaltados por um mascarado, alias, por dois." (retificação).
Alguns substantivos, ao receberem a desinência s de plural, alteram o timbre de sua vogal tônica, passando de o fechado para aberto, como acontece com as palavras poço / almoço.
Nas frases
"É importante que o empreendimento continue, pois isso não constitue problema." e "É possível que o medicamento atenue a febre do paciente, ele possui resistência.", as palavras grifadas estão com a forma verbal flexionada corretamente.São formas variantes aceitas na Língua Portuguesa os seguintes pares:
efeminado – afeminado / hein! – hem! / televisar – televisionar / maquilagem – maquiagem / cotidiano – quotidiano / aluguel – aluguerNa frase
"Comprei a gengibre para fazer remédio, o mascote está com a entorse incomodando.", os substantivos grifados estão com a flexão de gênero correta. E a concordância da frase, a seguir, está correta: "Os réus devem ficar o mais afastados possíveis".São formas variantes aceitas na Língua Portuguesa os seguintes pares:
efeminado – afeminado / hein! – hem! / televisar – televisionar / maquilagem – maquiagem / cotidiano – quotidiano / aluguel – aluguerNa frase
"Comprei a gengibre para fazer remédio, o mascote está com a entorse incomodando.", os substantivos grifados estão com a flexão de gênero correta. E a concordância da frase, a seguir, está correta: "Os réus devem ficar o mais afastados possíveis".Língua Portuguesa - Outros assuntos relacionados à Língua Portuguesa - Escola de Administração Fazendária (ESAF) - 2006
Assinale a paráfrase, textualmente coerente e gramaticalmente correta, que transforma o seguinte período sintático em dois períodos sintáticos, mesmo que isso ocasione algumas pequenas alterações de sentido.
Florestan Fernandes acreditava que o sucateamento da escola, com péssimas condições de trabalho e estudo, fazia parte das tentativas de sufocar a democratização da sociedade por meio da restrição do acesso à cultura e à pesquisa. (Adaptado da revista Nova Escola, de janeiro/fevereiro 2006)
Para Florestan Fernandes, que acreditava no sucateamento da escola, por causa das péssimas condições de trabalho e estudo, a sociedade tentava sufocar a democratização. Não haveria, então, acesso à cultura e à pesquisa.
Florestan Fernandes acreditava que as péssimas condições de trabalho e estudo, ou seja, o sucateamento da escola, fazia parte das tentativas de sufocar a democratização da sociedade. Isso representava a restrição do acesso à cultura e à pesquisa.
A restrição do acesso à cultura e à pesquisa, resultante das péssimas condições de trabalho e estudo na escola, ou seja, de seu sucateamento, fazia parte das tentativas de sufocar a democratização da sociedade. Nisso acreditava Florestan Fernandes.
Para Florestan Fernandes a restrição do acesso à cultura e à pesquisa provinham do sucateamento da escola, que apresentava péssimas condições de trabalho e estudo, fazia parte das tentativas de sufocar a democratização da sociedade.
O sucateamento da escola, acreditava Florestan Fernandes com péssimas condições de trabalho e estudo, fazia parte das tentativas para sufocar a democratização da sociedade. Através da restrição do acesso à cultura e à pesquisa.
Leio o texto com atenção e responda às perguntas que seguem.



Língua Portuguesa - Semântica - Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA) - 2006
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 12.
Como "próprio", em "se locupleta do próprio ciclo de intolerância e violência" (linhas 26 e 27), também denota reforço a palavra destacada no fragmento
"inclusive potências regionais" (linha 8).
"escondem realidades pouco alvissareiras " (linhas 8 e 9).
"sua principal antagonista." (linha 12).
"nem sequer dissimulam " (linhas 13 e 14).
"desautoriza qualquer simulacro de escolha popular." (linhas 16 e 17).
Língua Portuguesa - Concordância/Flexão Verbal - Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE) - 2006

Com referência ao texto acima, julgue os itens a seguir.
Na linha 2, a forma verbal pressupõem está flexionada no plural para concordar com expressões culturais.
TEXTO 01 para as questões de 01 a 10.

Sobre FUNÇÕES DA LINGUAGEM, assinale a alternativa que contém erro.
"Dê um gelo na rotina." (Função conativa)
"Vamos começar a aula?" (Função fática)
"No retrato que me faço - traço a traço - às vezes me pinto nuvem..." (Função emotiva)
O Texto 01, de Lya Luft, é exemplo da função metalingüística da linguagem.
Libertino = devasso. (Houaiss, Antônio. Mini Dicionário da Língua Portuguesa) - exemplo de função referencial.


Língua Portuguesa - Outros assuntos relacionados à Língua Portuguesa - Escola de Administração Fazendária (ESAF) - 2006
Assinale o trecho que, ao ser transcrito de O tempo domesticado, de Estevão de Rezende Martins, publicado no Correio do Livro da UnB, jul/set 2004, não respeitou a correção gramatical.
Em busca de tornar-se senhor do tempo, o homem debruça-se sobre o passado, com a clara intenção de haver-se com o presente, de modo que o amanhã seja seu. Vencer a esfera milenar é criar o novo tempo, a nova história, a nova sociedade, livre dos achaques da anterior.
Transposto da linguagem teológica para a política ou historiográfica, essa preocupação representa simbolicamente a luta contra as circunstâncias do aqui e do agora, em nome de valor maior a recuperar ou a alcançar.
Mesmo que haja abstração da tradição cristã, cuja influência na matriz de pensamento ocidental é, contudo, inegável, pela reflexão e pelo agir históricos, caracteriza a ação humana.
O impasse da destruição iminente, o sofrimento agudo, a ameaça de perda de identidade, o risco de aniquilação, eis experiências radicais que engendram rapidamente o recurso à reflexão histórica, e à ação política, para domesticar o tempo que pareceria escapar, qual areia, por entre os dedos.
Tanto na Antigüidade tardia, no choque entre judeus e Roma que resultaram na destruição de Jerusalém, quanto no Portugal órfão de Dom Sebastião ou ainda no Brasil de Antônio Conselheiro, apanhado na transição da monarquia para a república a projeção de um ideal salvador traz para atores e pensadores o quadro de uma domesticação do tempo.
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