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No poema Aninha e suas pedras, Cora Coralina trata de questões muito importantes no que se refere à relação entre sujeito e literatura: a criação e a recepção. Com relação a essas questões e com base em informações teóricas acerca de literatura, é correto afirmar que
a leitura do texto literário é condição para quem pretende conhecer e desfrutar do domínio das normas da língua padrão e, portanto, deve ser objeto de exercícios para aquisição da língua escrita.
a criação literária é produto de experiências mesquinhas; por isso, o seu fazer torna-se ardiloso e desafiador.
a leitura literária destina-se aos que precisam livrar-se de tormentos; esse é, então, o principal fim do literário: o terapêutico.
a leitura e a criação literária funcionam como exercício de liberdade e proporcionam o desenvolvimento de um comportamento mais crítico e menos preconceituoso diante do mundo.
o processo da criação literária depende dos percalços existenciais que precisam ser superados.
Texto III, para responder às questões de 11 a 13.

Quanto aos aspectos gráficos e gramaticais do texto III, assinale a alternativa correta.
Há erro no trecho varrendo para sempre dos ares dessa cidade essa presença pertubadora da ordem pública.
A construção Segue em anexo, cópias de estudos feitos é amplamente usada nas comunicações oficiais e comerciais; por isso, é evidente que está correta.
As informações do cabeçalho são totalmente desnecessárias.
A frase de encerramento Com expressões de nossa elevada e distinta consideração, subscrevemo-nos é, hoje, consensualmente considerada uma forma elegante de fechar o ofício.
O nome e o cargo do signatário estão colocados em espaço inadequado. Deveriam ser levados para a margem direita.
O termo destacado no período Elas não se conhecem, não interagem entre si, mas o objetivo é o mesmo: assistir ao filme. (parágrafo 12) desempenha a seguinte função sintática:

Julgue os itens subsequentes, relativos às ideias e à estrutura linguística do texto acima.
No trecho estão convencidos de que as desigualdades são, em sua maior parte, sociais ou históricas (l.8-10), a omissão da preposição de prejudicaria a correção gramatical do período.
Além de expressar declaradamente o conceito de ironia no conto A teoria do Medalhão, Machado de Assis faz uso desse recurso linguístico recorrentemente, de maneira que a ironia passa a ser um traço marcante em sua obra. Acerca do recurso da ironia, como figura de sentido, na obra de Machado de Assis, assinale a alternativa incorreta.
O emprego da ironia na obra de Machado de Assis tem como objetivo principal causar o humor; por isso, a ironia ocorre pontualmente em várias passagens de seus textos.
Ela é utilizada como técnica narrativa constante, apresentando, na maioria das vezes, a frustração de uma expectativa, quando os acontecimentos tomam rumos não esperados, daí resultando o humor.
Em A teoria do medalhão, a ironia pode ser percebida na forma com que são analisados e criticados vários comportamentos sociais, em tom de conversa quase inocente de aconselhamento de um pai para com seu filho.
Ao ensinar ao filho como proceder para obter sucesso, o pai acaba por descrever uma sociedade burguesa medíocre e arrogante, que prega o sucesso a qualquer preço, mesmo à custa do empobrecimento da vida interior e das relações humanas. Ou seja, aquilo que o pai defende para o filho é, no fundo, uma grande crítica à sociedade. É nesse jogo de inversão de sentido que reside a ironia machadiana.
Várias vezes, a forma irônica soma-se a um tom humorístico bem apurado, que advém de uma disposição de espírito provocada pela reflexão a respeito de contradições da alma humana e do convívio social.
O vocábulo destacado, quanto ao seu significado, está empregado, adequadamente, na seguinte frase:
Texto III, para responder às questões de 11 a 13.

O ofício é uma modalidade de comunicação bastante comum, expedida por autoridades da administração pública, para o tratamento de assuntos oficiais junto a órgãos públicos ou a particulares. Hoje, encontram-se muitas variações na apresentação do ofício, no que se refere a margens, espaçamentos horizontais e verticais, existência ou ausência de certas informações etc. De modo geral, no entanto, há pontos consensuais acerca de alguns constituintes desse tipo de comunicação bem como de determinadas normas relativas à formatação gráfica.
Considerando que o texto III é um ofício fictício, formatado de acordo com o espaço disponível nesta prova, redigido, de propósito, com determinados problemas, assinale a alternativa que apresenta análise adequada desse ofício.
Os espaçamentos das partes constituintes do ofício estão corretos.
A forma de tratamento dada ao destinatário é a indicada pelos manuais de redação oficial.
O vocativo, acertadamente, menciona o cargo do destinatário; é destacado por espaçamento diferenciado horizontal e verticalmente; e está corretamente separado por vírgula.
A construção inicial Viemos através desta, com imenso aperto no coração está de acordo com os padrões da norma culta e da linguagem oficial.
A sequência nos dirigir à V. S.ª para vos comunicar a triste situação do Sr. Genovaldo Andino, 93 anos, acometido por dengue a três meses atrás. está de acordo com os padrões da comunicação oficial.
Em Nunca diga às pessoas como fazer as coisas., o acento indicativo de crase é obrigatório. Assinale a opção em que o emprego da crase está correto.
Na segunda metade do século XIX, o Brasil encontra-se em crise. A decadência da economia açucareira e o germinar da ruptura do regime escravocrata abalam as bases que sustentavam a ideologia romântica. É nesse contexto que surgem narrativas que revelam criticamente as mazelas da sociedade do Segundo Império. A respeito das obras e das características literárias que irão vigorar no Brasil nesse momento, assinale a alternativa correta.
São representantes dessa mesma fase os romances machadianos: A mão e a Luva, Esaú e Jacó e Dom Casmurro.
O homem, colocado no centro do romance realista, é analisado e explorado em sua conformação biológica, o que acontece exemplarmente em Quincas Borba.
Machado de Assis, na prosa, e Castro Alves, na poesia, aproximam-se no tratamento dado às denúncias em relação à exploração dos escravos, a partir de uma concepção ficcional, pautada na subjetividade das emoções.
Sob a ótica da razão e da objetividade, o narrador em Memórias Póstumas de Brás Cubas torna-se isento com relação à matéria narrada. Cabe ao leitor chegar às suas próprias conclusões.
Machado de Assis opta por narradores que estão em primeira pessoa ou oscilam entre a primeira e a terceira pessoa, revelando a crise de personagens da burguesia e, consequentemente, as incongruências daqueles que até então figuravam como exemplares de cidadãos acima de qualquer suspeita.
No sétimo parágrafo, em relação aos empreendedores e aos sucessos obtidos por esses, o fracasso atua, semanticamente, como um(a)
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