Questões de Língua Portuguesa

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No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se:

  • A.

    Inserir uma vírgula antes e outra depois da expressão “em tese” (1º§).

  • B.

    Inserir uma vírgula depois da expressão “em tese” (1º§).

  • C.

    Colocar “é em tese” entre vírgulas. (1º§).

  • D.

    Eliminar a vírgula depois da palavra “funcionar”. (1º§).

  • E.

    Colocar uma vírgula depois do termo “conclusão” em “A conclusão é que o problema não está no eleitorado.” (3º§).

A oração que difere das demais, quanto à classificação, é

  • A. “...que cada fracasso ensina ao homem algo...” (l. 20).
  • B. “que o fracasso fortifica os fortes.” (l. 24).
  • C. “...que um empreendedor quebra em média 2,8 vezes antes de ter sucesso empresarial.” (l. 25-27).
  • D. “...que o fracasso é o primeiro passo no caminho do sucesso...” (l. 28-29).
  • E. “...que a liberdade de fracassar é vital...” (l. 46).

Com relação ao vocabulário e à estrutura gramatical do texto, assinale a opção correta.

  • A.

    O vocábulo desigualdades pode substituir “mazelas” (l.13) no texto, mantendo seu sentido original e sua correção gramatical.

  • B.

    Na linha 1, a palavra “ideal” é um adjetivo que caracteriza “direito”.

  • C.

    Na linha 7, a expressão “o qual” retoma “acesso ao Poder Judiciário”.

  • D.

    O pronome “a” em “não a promove sozinho” (l.8) retoma a expressão “verdadeira cidadania” (l.4).

  • E.

    O trecho “pacífica ou contenciosamente” (l.9) apresenta ideias opostas.

Texto I – para as questões 1 e 2

Assinale a opção correta acerca de aspectos semânticos e morfossintáticos do texto I.

  • A.

    A expressão "uma tecla muito batida" (l.1), de uso informal, foi empregada com sentido conotativo e significa expressão desgastada pelo uso.

  • B.

    No segmento "o gosto que estes revelam pela improvisação" (l.2-3), o termo "pela improvisação" exerce função distinta da exercida na seguinte frase: Revelou, pela improvisação, o quanto se afastara da cultura clássica.

  • C.

    O vocábulo "se" tem a mesma classificação gramatical nas seguintes ocorrências: "se verifica" (.4) e "se saem" (l.5)l

  • D.

    No período "No sertão, então, nem se fala" (l.19), verifica-se a antecipação do adjunto adverbial de lugar do verbo falar, o que justifica o emprego da vírgula imediatamente após a palavra "sertão".

  • E.

    No trecho "mas depois indagaram se Bilac era 'poeta' mesmo" (l.23-24), em que se verifica emprego de discurso indireto, a oração iniciada pelo conectivo condicional "se" expressa uma hipótese acerca do que foi mencionado anteriormente.

 

A respeito das ideias e das estruturas do texto acima, julgue os seguintes itens.

Preservam-se a coerência textual e a correção gramatical do texto ao se deslocar a expressão “em muitos países” (l.10) para imediatamente antes de “existe” (l.9), usando-se uma vírgula antes e outra depois da expressão deslocada.

  • C. Certo
  • E. Errado

Em relação aos significados e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.

A expressão “bola da vez” (l.4) é empregada, no texto, em sentido denotativo ou literal.

  • C. Certo
  • E. Errado

O autor encerra o 1º parágrafo do texto com o período “Sem isso nosso trabalho se torna enfadonho e sem graça.” O emprego do pronome ISSO, no trecho, refere-se à necessidade que temos de:

  • A. subsistir com alimentação e moradia.
  • B. cumprir com nossas obrigações financeiras.
  • C. buscarumemprego que nos traga segurança.
  • D. nos relacionarmos com os outros em sociedade.
  • E. conquistar diferentes forças para viver no dia a dia.

Assinale a opção em que o substantivo derivado do verbo NÃO está grafado corretamente.

  • A.

    diferenciar (l.7): diferenciação

  • B.

    observar (l. 8): observação

  • C.

    admitir (l. 33): admição

  • D. corrigir (l.33): correção

Num dia cinzento de janeiro, Lawrence Summers - o president e da Universidade Harvard - sugeriu que di ferenças inatas na estrutura do cérebro masculino e do feminino poderiam ser um fator determinante para a relativa escass ez de mulheres na ciência. As declarações reacenderam um debate que se desenrola há um século, desde que os ci entistas que mediam a dimensão do cérebro de ambos os sexos começaram a sustentar a idéia, baseados em sua principal conclusão - a de que o cérebro feminino tende a s er menor - de que as mulheres são intelectualmente inferiores aos homens.
Até hoje ninguém conseguiu nenhuma evidência de que as di ferenças anatômicas tornem as mulheres incapazes de obter distinção acadêmica em matemática, física ou engenharia. E o cérebro de homens e mulheres comprovou ser muito semelhante em vários aspectos. Por outro lado, ao longo da última década, pesquisadores que estudam questões divers as, do processamento da linguagem à navegação, passando pela gravação de memórias emocionais, também revelaram uma série impressionant e de variações estruturais, químicas e funcionais entre cérebro de homem e de mulher.
Até não muito tempo atrás, os neurocientistas acreditavam que as diferenças no cérebro de sexos diferent es se limitavam às regiões responsáveis pelo comportamento de acasalamento. Essa visão foi posta de lado por uma onda de descobert as que ressaltam a influência do gênero em várias áreas da cognição e do comportamento, incluindo memória, emoção, visão, audição, process amento de rostos e resposta do cérebro aos hormônios do stress. Esse avanço se acelerou nos últimos dez anos com o uso de t écnicas de imageamento sofisticadas e não-invasivas, como a tomografia por emissão de pósitrons (PET) e a ressonânci a magnética funcional (RMF), com as quais é possível observar o cérebro em ação.
As divergências não são apenas idiossincrasias curiosas para explicar por que os homens gostam mais dos Três Patetas do que as mulh

As palavras abaixo, transcritas do texto, são acentuadas pela mesma razão, EXCETO:

  • A.

    Hormônios;

  • B.

    Específicos;

  • C.

    Vários;

  • D.

    Divergências.

Em “Isso foi dito, em 1977, por K. Olsen” (1º§), “Cava-se um túmulo para as editoras e livrarias” (6º§), “Vão-se os anéis” (6º§) e “Abre-se uma caixa de Pandora fascinante?” (6º§), tem-se, respectivamente:

  • A.

    Voz ativa, voz passiva, voz ativa, voz passiva.

  • B.

    Voz passiva, voz passiva, voz ativa, voz passiva.

  • C.

    Voz ativa, voz ativa, voz passiva, voz ativa.

  • D.

    Voz passiva, voz passiva, voz passiva, voz passiva.

  • E.

    Voz passiva, voz ativa, voz ativa, voz ativa.

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