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A Síndrome de Down é devido às seguintes alterações cromossômicas, exceto:
trissomia 21, com três cromossomos 21 em vez dos dois usuais, e representam a maioria esmagadora.
na translocação, há uma fusão de dois cromossomos, em geral, o 21 e o 22, resultando em um total de 46 cromossomos, apesar da presença de um cromossomo 21 extra.
Não disjunção ocorrendo após a fertilização em qualquer divisão celular que resulta em mosaicismo, onde são encontradas células normais e células trissômicas.
Na trissomia do 21, há 47 cromossomos, com um cromossomo 21 extra.
Anicotina é droga psicoativa induzindo a síndrome de abstinência após a suspensão de seu uso. Assinale a alternativa correta.
Apesar de indicar maior gravidade da síndrome de abstinência, maior pontuação no Teste de Fargeströn (TF) não prevê que esta seja por tempo prolongado.
Sua pontuação (TF) não se correlaciona majoritariamente com os níveis de marcadores bioquímicos de maior sensibilidade para dependência nicotínica.
Entre adolescentes que experimentam cigarros, cerca de 20% se tornam dependentes.
O tempo de latência entre o ato de tragar e a chegada de nicotina ao cérebro é menor do que se ela fosse utilizada via endovenosa.
A ativação do receptor de nicotina facilita a liberação de vários neurotransmissores exceto a noradrenalina.
Quanto aos tipos de fácies, marque a assertiva CORRETA:
A fácies hipocrática sugere estado agônico em patologias que evoluem de modo relativamente lento.
A fácies leonina é observada na síndrome ou na doença de Parkinson.
A fácies acromegálica está relacionada ao bócio hiperfuncionante no hipertireoidismo.
A fácies mixidematosa está relacionada à síndrome nefrótica.
A fácies de Hutchinson está relacionada à esclerodermia.
Francisco, com sessenta e cinco anos de idade, servidor público aposentado, foi atendido em assistência médica apresentando dispneia e tosse produtiva com secreção clara. O paciente relatou que sentia esses sintomas havia cinco anos e que inicialmente eles ocorriam uma vez a cada três meses, mas que, com o passar do tempo, passaram a ocorrer uma vez ao mês. Francisco disse, ainda, que, havia dois dias, apresentou febre e tosse com secreção amarelada. Ao ser indagado, o paciente informou ser tabagista e consumir quarenta maços de cigarro/ano. Ao exame físico, Francisco apresentou fácies pletórica, cianose nas extremidades, frequência respiratória de 30 irpm, frequência cardíaca de 100 bpm e pressão arterial de 150 mmHg × 90 mmHg. A ausculta respiratória revelou murmúrio vesicular fisiológico com crepitações inspiratórias nas duas regiões infraescapulares. No exame físico realizado, não foram constatadas outras alterações.
Considerando o caso clínico hipotético apresentado acima, julgue os itens seguintes.
A causa mais provável da ocorrência de febre e tosse com secreção amarelada é a presença de infecção.
Com relação ao tratamento das fraturas da articulação do quadril e da coluna cervicotoracolombar, julgue os itens seguintes.
Na maioria dos casos, a readmissão hospitalar de pacientes idosos com fratura do quadril está associada a má nutrição, pneumonia e desidratação.
Paciente de 42 anos, sexo masculino, chega a consulta médica com seguintes marcadores sorológicos: HbsAg reagente, anti- Hbs reagente, antiHBc IgM reagente, anti-HBc total reagente, HBeAg não reagente e anti-HBe reagente.
A interpretação clínica destes exames confirma o diagnóstico de:
Infecção aguda por HBV;
Infecção aguda em fase final (convalescência) por HBV;
Infecção passada por HBV;
Infecção crônica por HBV;
Imunidade ao HBV;
Medicina - Oncologia (Cancerologia Clínica) - Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE) - 2012
Um homem com 45 anos de idade, tabagista crônico, que há cerca de 5 meses vem apresentando tosse produtiva, com expectoração branca e, algumas vezes, com traços de sangue, procurou uma unidade básica de saúde queixando-se de cansaço, dispneia aos médios esforços, dor torácica e sudorese noturna profusa e referindo perda de peso importante nos últimos meses. Ao exame físico, o homem apresentou-se em regular estado geral, emagrecido, dispneico, acianótico e anictérico. Afirmou, ainda, não encontrar-se em jejum.
Considerando o caso clínico descrito acima, julgue os itens subsequentes.
orientação para a coleta do exame na unidade de saúde deve contemplar a importância de se obter uma amostra proveniente da faringe, obtida após o esforço da tosse, contendo um escarro com volume máximo de 5 mL.
Mulher de 65 anos de idade, saudável, apresenta cefaleia com 15 dias de evolução, de moderada a intensa, latejante, em região temporal direita associada à claudicação da mandíbula, sem fotofobia ou fonofobia, sem enjoo ou vômitos. Apresenta perda de peso, mal-estar geral, febrícula de 37.8ºC, sudorese noturna e dores musculares na cintura escapular e pélvica. Exame acusou artéria temporal superficial direita edemaciada, sensível, tortuosa e dilatada.
Dado esse quadro, a opção diagnóstica, complementar e terapêutica mais adequada seria, respectivamente:
Arterite de células gigantes. Não solicitar exames complementares nem passar esteroide. Solicitar para o paciente um diário da cefaleia para ser avaliado após 3 meses.
Arterite de células gigantes. Solicitar biópsia da artéria temporal. Iniciar tratamento com prednisona 01 mg/Kg de peso/dia via oral. Após o resultado da biópsia, confirmar o diagnóstico.
Arterite de células gigantes. Solicitar hemograma, velocidade de hemossedimentação e proteína C reativa. Iniciar no momento da consulta tratamento com prednisona 01 mg/Kg de peso/dia via oral pelo temor do comprometimento visual, preferentemente após da coleta do sangue imediata.
Arterite de células gigantes. Solicitar hemograma, velocidade de hemossedimentação e proteína C reativa. Iniciar no momento da consulta tratamento com prednisona 01 mg/Kg de peso/dia via oral pelo temor do comprometimento visual, preferentemente após da coleta do sangue imediata.
Pela história clínica, não existe a possibilidade de diagnosticar uma arterite de células gigantes. Logo, não se indicariam exames nem medicação.
Segundo a Norma Regulamentadora NR 15 da Portaria MTb nº 3.214/1978, concentração ou intensidade máxima ou mínima, presente no ambiente de trabalho, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral é a definição de
biomarcador
limite de toxicidade máxima
valor de referência normatizado
margem de segurança
limite de tolerância
Medicina - Medicina do Trabalho - Fundação Escola Superior do Ministério Público do Estado do RJ (FEMPERJ) - 2012
Com relação aos equipamentos de proteção individual (EPI), é correto afirmar que:
a empresa é obrigada a fornecê-los a seus funcionários; na ausência dela, esta responsabilidade é assumida pelo governo federal;
todo EPI deve ter um CA - certificado de autenticação, que permite a sua comercialização;
o empregado deve utilizar o EPI em todos os processos de trabalho, independente da percepção de risco específico;
a responsabilidade pela guarda e conservação do EPI pertence ao técnico de segurança do trabalho;
compete ao SESMT recomendar ao empregador o EPI adequado ao risco existente nas atividades laborais.
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