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Como é classificada a Lesão Axonal Difusa que o paciente permanece de 6 24 hs em coma?
Leve.
Grave.
Combinada.
Moderada.
Nenhuma das alternativas acima.
A respeito de doenças relacionadas ao ambiente de trabalho, julgue os próximos itens.
LER/DORT caracteriza-se pela ocorrência de vários sintomas concomitantes ou não, como dor, parestesia, sensação de peso, de fadiga e de aparecimento insidioso, geralmente nos membros inferiores.
Um paciente de 58 anos chega à emergência com queixas de dor abdominal, febre, náuseas, vômitos e, ao exame físico, apresenta massa epigástrica palpável, equimose em flanco esquerdo e periumbilical, com histórico de etilismo e tabagismo. Exames laboratoriais de admissão mostram leucocitose (20.000 células/mm3), glicose = 300 mg/dL, LDH = 400 U/L, TGO = 430 U/L. Quais são a hipótese diagnóstica mais provável e o respectivo prognóstico?
Pancreatite aguda; bom
Pancreatite aguda; ruim
Pancreatite crônica agudizada; bom
Rotura de baço; ruim
Apendicite retrocecal com peritonite; ruim
Texto para os itens de 30 a 40
Uma senhora de 67 anos de idade, que teve diagnóstico de infarto do miocárdio por doença coronariana aterosclerótica, há 6 meses, vem fazendo acompanhamento periódico e regular com cardiologista, sem sintomas. Em sua última consulta, ela relatou que, nos últimos 30 dias, passou a apresentar muita fadiga e cansaço aos pequenos esforços, e voltou a apresentar episódios de dor precordial do tipo anginosa, que, inicialmente, ocorriam aos grandes esforços e, na última semana, passaram a ocorrer aos médios esforços, que melhoram com o repouso e, às vezes, com o uso de nitrato sublingual. Ela também informou que estava apresentando sudorese noturna excessiva (sem relação com esforços físicos ou com a dor anginosa). Em seu exame físico, apresentava: pressão arterial de 125 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 60 bpm, ritmo cardíaco regular em 3 tempos (à custa de quarta bulha), pulmões limpos, presença de esplenomegalia (baço palpável a 14 cm abaixo da borda costal esquerda na posição intermediária de Schuster), fígado impalpável (hepatimetria de 8 cm), sem edemas ou lesões. O exame hematológico mostrou hemoglobina de 10,0 g/dL, leucócitos totais = 105.000 células/mm3 (aumento de neutrófilos, bastonetes, metamielócitos e também de eosinófilos e basófilos); a contagem de plaquetas foi de 780.000/mm3. O ácido úrico sérico foi de 14 mg/dL. Diante do quadro, o cardiologista suspeitou de doença hematológica e encaminhou-a ao hematologista. Foi então realizado um exame de biópsia da medula óssea (mielograma), que evidenciou medula hipercelular com granulócitos em diferentes estágios de maturação (bastonetes, metamielócitos, mielócitos, promielócitos e mieloblastos), aumento de eosinófilos e basófilos. O exame citogenético detectou uma translocação recíproca entre os braços longos dos cromossomas 9 e 22, levando à formação de um novo gene específico, o BCR-ABL. O traçado do último eletrocardiograma (ECG) conv
A análise do ECG permite concluir que a paciente apresentou infarto do miocárdio localizado na parede inferior.
Com base nesse quadro clínico, julgue os itens subsequentes.
O quadro apresentado pode ser inserido no grupo II da classificação de Schilling.
Em relação às doenças do trabalho, julgue os itens que se seguem.
Trabalhadores das indústrias de vidro, metais ou pesticidas expostos ao arsênico e seus compostos podem desenvolver câncer de pele ou pulmões.
Sobre a artrite reumatoide, é CORRETO afirmar que:
para controle evolutivo da doença, o fator reumatoide deve ser realizado a cada 6 meses.
o diagnóstico clínico deve ser suspeitado em presença de rigidez matinal e artrite simétrica com duração maior que 7 dias.
são considerados critérios de mau prognóstico: nódulos reumatoides e PCR elevada persistentemente.
o tratamento com cloroquina e metotrexate requer monitoramento por meio de exame oftalmológico periódico.
o uso de metotrexate deve ser mantido enquanto forem observados sinais inflamatórios ou o paciente apresentar dor articular.
Durante a investigação diagnóstica de pacientes com FA, pode-se afirmar que:
o exame físico não auxilia no diagnóstico;
deve-se avaliar a função tireoidiana, renal, hepática, hemograma e eletrólitos;
deve-se realizar ecocardiograma transesofágico de rotina;
em pacientes com marcapasso não é possível detectar fibrilação atrial;
estudo eletrofisiológico é indicado para confirmação do diagnóstico.
Texto VII, para responder às questões 37 e 38.
Josefa, 48 anos de idade, procurou atendimento médico ambulatorial com relato de que, há 20 dias, apresentou 4 episódios de dor retroesternal, em aperto, com irradiação para o ombro esquerdo, em repouso, com duração de 5 a 10 minutos, e que ocorreram no final da madrugada (por volta das 5 horas da manhã). Relata tabagismo leve (cerca de 5 cigarros ao dia, por 10 anos). Nega outras doenças e uso de medicações regularmente, bem como de drogas ilícitas. O exame físico mostrou: pressão arterial de 118 mmHg × 70 mmHg, frequência cardíaca de 65 bpm, ausculta cardíaca e pulmonar sem anormalidades. O eletrocardiograma de repouso mostrou: ritmo sinusal, frequência ventricular média de 62 spm, eixo elétrico médio do complexo QRS = +30º, dentro dos limites da normalidade para a idade. Para fins de investigação, a paciente foi submetida a exame de eletrocardiografia dinâmica de 24 horas (sistema Holter), do qual a tira de ritmo apresentada a seguir foi extraída. Resta reforçar que, nesse momento, a paciente anotou ter tido a dor retroesternal no diário.

Nesse caso, a principal hipótese diagnóstica é
angina instável.
infarto do miocárdio transmural.
angina variante de Prinzmetal.
infarto subendocárdico.
miopericardite aguda.

Com referência a esse quadro clínico, julgue os itens que se subseguem.
No momento da admissão desse paciente, o resultado da dosagem de troponina não alteraria o diagnóstico, nem mudaria a conduta terapêutica.
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