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Qual o diagnóstico mais provável para uma mulher de 48 anos de idade que apresenta doença febril respiratória lentamente progressiva, perda de peso e sudorese noturna ao longo de 2 meses, sem história de tabagismo ou exposição a materiais tóxicos, ao exame, apresenta febre, taquipnéia, com estertores bilaterais, a radiografia do tórax seqüencial mostre infiltrado alveolar migratórios e o leucograma uma eosinofilia de 23%?
Pneumonia eosinofílica aguda.
Granuloma eosinofílico.
Síndrome de Churg-Strauss.
Pneumonia eosinofílica crônica.
Aspergilose broncopulmonar alérgica.
Qual a conduta a ser adotada, como terapia continuada, em uma paciente previamente hígida, de 23 anos de idade, grávida de oito semanas, com diagnóstico de embolia pulmonar após acidente automobilístico, com fratura de extremidade inferior, que usou terapia com heparina não-fracionada por 7 dias?
Iniciar administração intermitente de heparina não-fracionada.
Começar a administração de heparina de baixo peso molecular. Continuar a terapia até imediatamente antes do parto.
Começar a administração de warfarina em doses 3,0. ajustadas, para atingir um INR de 2,0
Colocar um filtro na veia cava inferior.
Começar o uso de meias de compressão, até que a paciente possa andar.
Os achados mais prováveis da biópsia pulmonar de uma paciente de 40 anos de idade que inicia o quadro com gripe, tosse por 3 dias seguida de dispnéia que progrediu, dentro de 48 horas, para insuficiência respiratória; ao exame apresentava estertores crepitantes difusos, PaO2 de 48mmHg e PaCO2 de 29mmHg. A radiografia de tórax revelou lesões infiltrativas bilaterais e não houve resposta a terapia com antibiótico nas 72 horas, com piora do quadro da insuficiência respiratória.
Pneumonia intersticial usual ou pneumonia intersticial descamativa.
Granuloma eosinofílico ou granulomatose de Wegener.
Histoplasmose ou tuberculose.
Bronquiolite obliterante com pneumonia organizante rapidamente progressiva ou pneumonia intersticial aguda.
Proteinose alveolar pulmonar ou síndrome de Goodpasture.
Paciente do sexo masculino, de 40 anos de idade, apresenta história de tosse com expectoração amarelada, dor torácica e febre, precedido de infecção do trato respiratório superior há 4 dias. É diabético, fuma em média 6 cigarros por dia há vários anos. Ao exame, apresenta-se febril (39oC), taquicárdico (100bpm), taquipnéico (30irpm), com PA de 110x60mmHg. Dentes bem conservados. Ao exame do tórax, mostra sinais de consolidação no 1/3 inferior do hemitórax esquerdo. Ausculta cardíaca normal, abdome normal, MMII normais, ausência de lesão de pele. No leucograma apresentava 11.300 leucócitos com 20% de bastões. A radiografia do tórax mostrou consolidação em lobo inferior esquerdo, com o seio costo frênico esquerdo velado, que sugere pequeno derrame pleural. O esquema de antibiótico deve ser dirigido considerando-se a hipótese de diagnóstico de:
pneumonia por Pseudomonas aeruginosa.
pneumonia por Staphylococcus aureus
pneumonia por Streptococcus pneumoniae.
pneumonia por Aspergillus fumigatus.
pneumonia por bactérias anaeróbicas.
Paciente do sexo feminino, com 49 anos de idade, refere falta de ar, dor torácica e escarro com raios de sangue. Apresenta ausculta pulmonar normal. A radiografia do tórax mostra vários nódulos pulmonares, sendo um deles com cavitação. O resultado do teste de anticorpo citoplasmático antineutrofilo clássico é positivo. Apresentava alterações na prova de função renal. A biopsia pulmonar de uma das lesões revela processo caracterizado por vasculite das artérias pulmonares e granuloma necrotizante. O diagnóstico mais provável é:
granuloma eosinofílico.
poliangeíte microscópica
síndrome de Churg-Strauss.
granulomatose de Wegener.
pneumonia eosinofílica crônica.
Paciente do sexo feminino, de 58 anos de idade, procura serviço médico com queixa de falta de ar progressiva a esforços mínimos nos últimos 3 meses. É tabagista há 40 anos, (20 cigarros/dia). Nega dor torácica, febre ou expectoração. Ao exame, apresenta estado geral satisfatório e está obesa. Freqüência cardíaca de 90bpm, e freqüência respiratória de 20irpm e PA de 135x85mmHg. Ausculta cardiopulmonar normal. Discreto edema de tornozelos. RX de tórax normal. Gasometria arterial com PaO2 de 55mmHg, PaCO2 de 63mmHg, pH de 7.36 e diferença artério-alveolar de oxigênio de 16mmHg. Função pulmonar com CVF de 2,91 (91% do previsto), VEF1 de 2.01 (79% do previsto), relação VEF/CVF de 0,69 (87% do previsto). A causa mais provável da insuficiência respiratória é:
doença pulmonar obs trutiva crônica.
embolia pulmonar.
insuficiência cardíaca congestiva.
síndrome de hipoventilação por obesidade.
doença neuro muscular afetando os músculos respiratórios.
Paciente do sexo masculino, de 20 anos de idade, procura atendimento médico com febre de início agudo, tosse, falta de ar e dor torácica pleurítica à direita. Refere escarro amarelo-esverdeado. Nega hemoptise, perda de peso, diarréia e vômito. É tabagista, fazendo uso de 10 cigarros/dia há 15 anos. Teve pneumonia por Pneumocystis carinii há 5 anos, quando foi diagnosticado ser portador do vírus HIV. Faz uso de zidovudina, lamivudina, indinavir e sulfametroxazol + trimetoprima. Traz uma contagem de CD4 realizada há 30 dias de 190/ul. Ao exame, apresenta bom estado nutricional e está febril. Freqüência cardíaca de 125bpm, PA 110x70mmHg, freqüência respiratória de 25irpm. A ausculta pulmonar mostra um murmúrio vesicular diminuído nos 2/3 inferiores do hemitórax direito. A radiografia do tórax demonstra consolidação do lobo inferior direito associado a derrame pleural. A radiografia em decúbito lateral direito com raios horizontais mostra uma espessura de + 2cm do líquido. O diagnóstico mais provável é:
pneumonia por Pneumocystis carinii.
pneumonia bacteriana.
pneumonia por citomegalovírus.
pneumonia por fungos.
tuberculose pulmonar.
Paciente do sexo masculino, de 62 anos de idade, é atendido com queixa de tosse seca e dispnéia aos esforços, que começou há 1 ano e meio e progrediu gradualmente, estando atualmente incapacitado para realizar suas atividades normais. Nega tabagismo e exposição a agentes nocivos respiratórios ambientais. Apresenta uma função pulmonar com padrão ventilatório do tipo restritivo e capacidade de difusão de monóxido de carbono de 42% do previsto. Ao exame, apresenta baqueteamento digital, cianose discreta e estertores inspiratórios basais bilaterais. O RX de tórax demonstra opacificações lineares difusas, com predominância basal. O diagnóstico mais provável é:
pneumonia intersticial aguda.
fibrose pulmonar idiopática.
pneumonia intersticial associada à bronquiolite respiratória.
sarcoidose.
asbestose.
Paciente de 40 anos de idade, previamente saudável, sem história de trauma recente, uso de medicação ou viagem, não fumante e sem uso de anticoncepcional. Tem historia de trombose venosa profunda durante sua primeira gravidez e embolia pulmonar após histerectomia, há mais ou menos 20 e 2 anos, respectivamente. Sua mãe morreu subitamente aos 57 anos de idade. Qual o fator contribuinte mais provável para embolia pulmonar?
Mutação do fator V Leiden.
Deficiência de proteína C.
Tumor maligno oculto.
Síndrome do anticorpo antifosfolipídio.
Carcinoma broncogênico.
Paciente do sexo masculino, de 22 anos de idade, procura atendimento médico devido à tosse seca e a dor torácica subesternal atípica, que aumentou de intensidade nos últimos meses. Nega astenia e perda de peso. É fumante há 8 anos, (em média 40 cigarros/dia). Exame físico normal e RX de tórax mostra massa no mediastino médio. O diagnóstico mais provável é:
tireóide intratorácica.
cisto pericárdico.
lipoma.
timoma.
cisto broncogênico.
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