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Assinale a alternativa que apresenta a definição de falência terapêutica durante o tratamento de tuberculose pulmonar.
Presença de baciloscopia positiva no escarro (++ ou +++) no segundo mês de tratamento.
Pacientes com baciloscopia positiva no escarro no início do tratamento, negativando nos meses subsequentes, porém, novamente positivando a baciloscopia do escarro por 2 meses consecutivos, a partir do quarto mês de tratamento.
Presença de baciloscopia positiva no escarro do primeiro mês e terceiro mês de tratamento, porém, com culturas negativas.
A definição de falência está relacionada com o perfil de sensibilidade ou antibiograma da cepa de Mycobacterium tuberculosis.
A necessidade de troca de algum fármaco do esquema básico devido a efeitos adversos é considerada falência terapêutica.
Em relação ao tratamento de tuberculose no Brasil, assinale a alternativa correta.
O esquema básico para tratamento de tuberculose compreende a associação de quatro fármacos: rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol.
A partir de 2010, o tempo de tratamento para meningoencefalite tuberculose passou a ser de 12 meses.
Não é necessário adequar a posologia do esquema básico de tratamento de tuberculose para pacientes em insuficiência renal crônica sob regime de terapia dialítica.
Pela ausência de interação entre rifampicina e inibidores de protease, não há necessidade de alterar esquemas de tratamento antirretroviral e esquema básico de tuberculose.
Não há necessidade de utilizar corticoterapia no início do tratamento de meningoencefalite tuberculosa.
Assinale a alternativa correta para tratamento de tuberculose latente de acordo com o resultado da prova tuberculínica (PPD).
Pacientes portadores de HIV com PPD < 5mm, assintom¨¢ticos, sem antecedente de contato com pacientes bacil¨ªferos.
Paciente com insufici¨ºncia renal em terapia dial¨ªtica com PPD entre 5 e 9mm, assintom¨¢ticos e sem contato com pacientes bacil¨ªferos.
Paciente transplantado renal em uso de terapia imunossupressora com PPD ¡Ý 5mm, assintom¨¢tico e radiologia de t¨®rax normal.
Paciente com < 65 anos, portador de diabetes mellitus, com PPD entre 5 e 9mm, assintom¨¢tico e sem contato pr¨¦vio com bacil¨ªferos.
Profissional de sa¨²de com antecedente de contato com pacientes bacil¨ªferos, apresentado PPD pr¨¦vio de 3mm e, ap¨®s 1 ano, repetiu o PPD com valor igual a 7mm, assintom¨¢tico.
Nas grandes perdas sanguíneas, a rápida restauração do volume circulante é fundamental e, sobre o tema, pode-se afirmar que:
Não ocorre um aumento da mortalidade proporcional à duração do choque.
Nos sangramentos agudos, a concentração de proteínas plasmáticas cai acentuadamente e por umcurto período
Na infusão maciça, indivíduos adultos sadios podem tolerar velocidades superiores a 200 mL/min.
A rápida infusão utiliza velocidade de fluxo menor que a gravidade pode proporcionar.
Em pacientes com perdas agudas do volume circulante, a anemia é mais bem tolerada que a hipovolemia.
Transfusão maciça é definida como a substituição:
de metade da volemia estimada do paciente num intervalo de 6 horas.
de um terço da volemia estimada do paciente num intervalo de 6 horas.
do dobro da volemia estimada do paciente num intervalo de 12 horas.
de uma vez e meia a volemia estimada do paciente num intervalo de 24 horas
total da volemia estimada do paciente num intervalo de 12 horas.
Em pacientes dependentes de múltiplas transfusões (anemias congênitas, aplasia de medula etc.), reações tardias de causas não imunológicas podem ocorrer, manifestando-se com:
púrpura pós-transfusional.
sobrecarga de ferro
reação hemolítica.
sobrecarga circulatória
hemólise não imune.
Segundo a ASFA (American Society for Apheresis), as indicações de aféreses terapêuticas podem ser divididas em quatro categorias. A categoria II é a aférese terapêutica geralmente aceita como um tratamento de suporte, estando indicada na abordagem de:
glomerulonefrite rapidamente progressiva e crioglobulinemia.
anemia hemolítica autoimune e glomeruloesclerose focal recorrente.
envenenamento ou overdose e lúpus eritematoso sistêmico.
linfoma de células T cutâneo e doença hemolítica do recém-nato.
esclerose múltipla e síndromes paraneoplásicas.
No tratamento das reações transfusionais, em pacientes pediátricos que apresentem reação febril não hemolítica, está indicado o uso de:
cloridrato de meperidina: 10-20mgEV.
cloridrato de difenidramina 5-10 mg, EV, infusão lenta.
paracetamol 750mgVOou 10 mg/Kg/dose.
adrenalina 0,4 a 0,5 mL IM de uma solução 1:1.000.
aminofilina (6 mg/kg dose) EV, seguido por dose de manutenção de 0,5-1,0 mg/kg/hora.
No que diz respeito às reações transfusionais, é correto afirmar que:
A lesão pulmonar aguda associada à transfusão (TRAL I ) independeda presença de leucoaglutininas no plasma de doadores contra antígenos dos leucócitos dos receptores.
A contaminação microbiana é extremamente rara, predominando em transfusões de concentrado de plaquetas.
A reação febril não hemolítica (RFNH) é rara, ocorrendoempacientes jovens.
Na reação hemolítica tardia, a hemólise extravascular inicia-se dois dias após a transfusão de hemácias incompatíveis e é mediada por anticorpos completos.
A reação hemolítica aguda ou intravascular é mediada por anticorpos definidos como incompletos.
Dentre os fatores de coagulação concentrados, está indicado no tratamento da hemofilia B:
antitrombina III
complexo protrombínico ativado.
fator VIII.
fator VII ativado.
fator IX.
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