Questões de Nutrição do ano 2013

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A toxinfecção alimentar é uma manifestação clínica das doenças transmitidas por alimentos caracterizada por

  • A. ingestão de toxina presente no alimento, como por exemplo Staphylococcus aureus e C. botulinum.
  • B.

    ingestão de micro-organismos patogênicos que se multiplicam no intestino, como por exemplo Brucella spp, Salmonella spp e C. jejuni.

  • C.

    ingestão de alimento com micro-organismos patogênicos, que produzirá toxinas no intestino, como por exemplo V. cholerae e C. perfringens.

  • D.

    ingestão de alimento com qualquer tipo de perigo, seja ele físico, químico ou biológico.

  • E.

    ingestão de micotoxinas, como a aflotoxina, produzida pelo fungo Aspergillus flavus.

Para a concretização da Estratégia Global, a Promoção da Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde, da Organização Mundial da Saúde, sugere a formulação e implementação de linhas de ação efetivas para reduzir substancialmente as mortes e doenças em todo o mundo pelo estabelecimento de políticas e investimentos em vigilância, pesquisa e avaliação. Atendendo a essa necessidade, o Ministério da Saúde lançou, em 2005, o Guia Alimentar para a População Brasileira que traz diversas recomendações alimentares oficiais, como:

  • A.

    a contribuição de carboidratos deve ser de 45% a 60% do valor energético total. Desse total, 20% devem ser provenientes de carboidratos complexos e fibras, e menos de 10% de açúcares livres.

  • B.

    o consumo mínimo recomendado de frutas, legumes e verduras é de 400 gramas/dia para garantir 9% a 12% da energia diária consumida, considerando uma dieta de 2 000 kcal.

  • C.

    o consumo diário de duas porções de carnes, peixes ou ovos, devido ao alto valor biológico das proteínas presentes nesses alimentos e à alta biodisponibilidade do ferro presente nas carnes, principalmente nos miúdos e nas vísceras e peixes.

  • D.

    o total de gordura trans consumida deve ser menor que 5% do valor energético total diário (no máximo 10g/dia para uma dieta de 2 000 kcal).

  • E.

    o consumo médio de sal pela população brasileira deve ser reduzido, pelo menos à metade, para atender ao patamar máximo de consumo recomendado, isto é, 8 g de sal per capita por dia.

em nenhuma hipótese é recomendada dieta com quantidade de proteínas inferior a 0,8 g por quilo de peso por dia.

  • A.

    em nenhuma hipótese é recomendada dieta com quantidade de proteínas inferior a 0,8 g por quilo de peso por dia.

  • B.

    se recomenda uma dieta restrita em energia, com cerca de 25 kcal por quilo de peso por dia.

  • C.

    os quelantes de fósforo, como o carbonato de cálcio e o acetato de cálcio, devem ser administrados entre as refeições.

  • D.

    a ingestão de carambola deve ser proibida para o paciente com DRC, pois essa fruta contém uma neurotoxina que é normalmente depurada pelos rins.

  • E.

    na fase não dialítica da DRC, devem ser suplementadas as vitaminas A, E, D e K.

A biodisponibilidade de ferro pode ser aumentada por fatores fisiológicos ou dietéticos, como

  • A.

    produtos da digestão de carnes de bovino e de aves.

  • B.

    trânsito intestinal acelerado.

  • C.

    proteína do leite.

  • D.

    doença celíaca.

  • E.

    acloridria.

A orientação dietética no âmbito do consultório ou ambulatório deve estar no contexto da prescrição dietética, e não no das recomendações alimentares gerais que podem ter a conotação de dicas alimentares. Para a adesão do paciente, são recomendadas ações de educação nutricional, que englobam

  • A.

    a ênfase na mudança imediata das práticas alimentares e nos resultados obtidos.

  • B.

    a predominância ou uso exclusivo de métodos objetivos de avaliação.

  • C.

    a doença ou sintoma sempre como um fato negativo que deve ser eliminado ou controlado.

  • D.

    o profissional responsável como uma autoridade cuja orientação deve ser seguida.

  • E.

    a ênfase no processo de modificar ou melhorar o hábito alimentar a médio e longo prazos.

“Foi proposto primeiramente pelo INAN (Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição) em 1976, mas somente em 1990, após a promulgação da Lei n.º 8.080/1.990, e publicação da Portaria n.º 1.156, de 31 de agosto desse mesmo ano, que ficou estabelecida. Trata-se de um instrumento para obtenção de dados de monitoramento do Estado Nutricional e do Consumo Alimentar das pessoas que frequentam as Unidades Básicas do SUS”.

O texto apresentado refere-se a(o)

  • A.

    Programa Saúde na Escola (PSE).

  • B.

    Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN).

  • C.

    Estratégia Nacional para Alimentação Complementar Saudável (ENPACS).

  • D.

    Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN).

  • E.

    Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA).

O Sistema APPCC fundamenta-se na identificação e nas medidas para o controle das condições dos perigos potenciais à segurança do alimento. Baseia-se numa série de etapas inerentes ao processo de produção de alimentos, da obtenção da matéria-prima, até o consumo do alimento. É correto afirmar, sobre esse sistema, que:

  • A.

    análise de perigos é o estabelecimento do requisito no qual é baseada a tomada de decisão ou julgamento.

  • B.

    diagrama decisório dos pontos críticos controle (PCC) é uma sequência de perguntas para determinar se uma matéria-prima ou etapa do processo é um PCC.

  • C.

    limite crítico é a sequência planejada de observações ou mensurações devidamente registradas que permitem avaliar se um perigo está sob controle.

  • D.

    limite de segurança é qualquer contaminante de natureza biológica, química ou física, ou condição do alimento que pode causar dano à saúde ou à integridade do consumidor.

  • E.

    registro é o uso de métodos, procedimentos ou testes para validar, auditar, inspecionar e calibrar, com a finalidade de assegurar que o Plano APPCC está em concordância com o Sistema APPCC.

Atualmente, está claro que diferentes padrões dietéticos modulam diferentes aspectos do processo aterosclerótico e fatores de risco cardiovasculares, como níveis lipídicos no plasma, resistência à insulina e metabolismo glicídico, pressão arterial, fenômenos oxidativos, função endotelial e inflamação vascular. De acordo com a I Diretriz sobre o consumo de gorduras e saúde cardiovascular, que estabelece orientações sobre o consumo de gorduras na prevenção de tratamento de doenças cardiovasculares, é correto afirmar que

  • A.

    a resposta da colesterolemia decorrente do consumo de colesterol alimentar é variável em animais e humanos, e as razões para diferenças interpessoais ainda não estão totalmente esclarecidas.

  • B.

    atualmente, recomenda-se o consumo moderado de ovo, de até 2 por dia, para população em geral.

  • C.

    o consumo de ácidos graxos saturados, além do recomendado, está relacionado com alteração no perfil lipídico, caracterizado pela diminuição dos níveis de LDL e aumento de HDL.

  • D.

    o consumo de óleo de palma ou de alimentos contendo grande quantidade desse óleo é recomendado para indivíduos com dislipidemia ou na prevenção da dislipidemia e das doenças cardiovasculares.

  • E.

    suplementação com ômega-3 marinho (1g/dia) deve ser recomendada para hipertrigliceridemia grave (>300 mg/dL), com risco de pancreatite, refratária a medidas não farmacológicas e tratamento medicamentoso.

A pancreatite crônica é caracterizada por um dano irreversível do pâncreas com desenvolvimento de evidências fisiológicas de fibrose. As recomendações nutricionais para essa doença inclui

  • A.

    40 a 50% do valor energético total proveniente dos lipídios.

  • B.

    valor energético total de 20 a 25 kcal por kg de peso corporal por dia.

  • C.

    limitar o consumo de bebida alcoólica a três doses por semana.

  • D.

    ingestão de proteínas de 2,0 a 2,5 g por kg de peso corporal por dia.

  • E.

    avaliação da necessidade de suplementação de vitaminas lipossolúveis.

Muitos efeitos adversos podem ocorrer como resultado da interação entre fármacos e nutrientes. O conhecimento sobre essas interações é fundamental para que o nutricionista realize uma conduta dietoterápica adequada. São fármacos que aumentam o apetite e diminuem a motilidade gastrointestinal, respectivamente:

  • A.

    inibidores da MAO; metoclopramida.

  • B.

    levodopa; eritromicina.

  • C.

    digoxina; corticosteroides.

  • D.

    lidocaína; antimicrobianos.

  • E.

    dexametasona; relaxantes musculares.

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